3 de dez. de 2009

Festa de Stº André

Mais um ano mais uma festa.

Como não podia deixar de acontecer, mais uma vez se festejou o padroeiro da nossa terra a 30 de Novembro: Stº André.



Não faltou a alegria, o convívio e claro, devoção na comemoração deste dia festivo.



A Freguesia acordou com a tradicional largada de morteiros e deu-se início aos festejos. Uma Missa em Honra de Stº André seguida de procissão pelas principais ruas da aldeia.


À noite a animação esteve a cargo do "Duo Musical BAILARTE", que animou a noite gelada auxiliados pela tradicional fogueira de troncos e pelos quentinhos petiscos confeccionados na hora.

Para finalizar, a festa teve término quando as últimas brasas se apagavam e os últimos garrafões se despejavam.

É de louvar e agradecer a boa vontade daqueles que tudo fazem para que estes eventos se realizem, nomeadamente o recem eleito presidente da freguesia André Geraldo entre outros.



Aguarda-se já a próxima festa...

16 de nov. de 2009

Grupo Desportivo e Cultural da Freixeda

Ora aqui está a juventude da Freixeda!



Já com um grande historial desportivo mas não federado o G.D.C.F. sempre incutiu na juventude um espírito desportivo e competitivo do futebol.




Agora cabe a esta geração continuar a proporcionar bons momentos tanto desportivos como afectivos semelhantes aos que os seus pais e avós tiveram anteriormente.
Também se deseja que novas infra-estruturas se edifiquem na freguesia para que estes e os demais jovens possam delas disfrutar.

13 de nov. de 2009

ruínas

"Uma aldeia cheia de vida e cor rodeada de campos de olival e cereal cresce em Trás-os-Montes"- dizia-se por Lisboa aquando da exploração mineira.













mas agora a paisagem é outra...







ruínas...







e mais ruínas...

aparecem em cada canto, aguardando que alguém olhe para elas.

Com um forte potencial turístico, esta freguesia aguarda ainda o investimento público e ou privado.

Noite dos Santos

Há muitas tradições que se esquecem e que desaparecem ao longo dos tempos, mas nesta freguesia há uma que ainda resiste à mais de 250 anos.
É verdade!
O terramoto de 1755, também conhecido por terramoto de Lisboa, ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos.O terramoto abalou muito mais que a cidade, abalou um país católico. O facto do terramoto ocorrer num dia santo e destruir várias igrejas levantou várias questões religiosas e políticas no sec.XVIII.Para unificar o povo e retirar a ideia de que a ira divina tinha caído sobre os Portugueses,a alta realeza mandou que de norte a sul do país todos os sinos das igrejas, ao dia 1 de novembro, tocassem a repique em memória dos que perderam a vida em tal catástrofe. É de lembrar que no dia do sismo e à hora em que decorreu (9.30H da manhã) as igrejas tavam repletas de fiéis e a destruição transformou em vítimas aqueles que eram crentes.


E foi então que desde aí nesta pacata mas devota freguesia se relembra da mesma forma as vítimas da catástofre. Iniciando na noite de 31 e terminando apenas na madrugada de 1, os sinos tocam ininterruptamente. O tocador é rendido sempre que o cansaço a isso obriga. Para ajudar a pernoitar nunca faltou a fogueira que derrete a geada que se forma durante a noite, o farnel que partilhado dá para saciar todas e mais algumas bocas e o indispensável tinto rejuvenescente.


















25 de out. de 2009

Igreja Matriz de meados do século XVIII












Como monumento mais vistoso e preservado desta freguesia destaca-se pela sua imponência e grandeza. Tem a particularidade de ser uma das poucas igrejas nacionais que não foi construida pela antiga tradição de esta estar virada a poente, mas sim a nascente.

Sofreu a última intervenção de restauro recentemente, procurando preservar e oferecer um melhor conforto.

Pena é que, neste momento, toda a construção na freguesia se deslocou para mais perto da via de comunicação e transportes e que esta ficou só e quase como abandonada num aglomerado de velhas construções agora em ruínas.

Minas abandonadas